Dispo-me do que protege meu corpo.
Então já nua,como vim ao mundo.
Te desenho em meu corpo.
Entrelaço em você como uma cobra faminta.
E aos poucos me uno a você...
Meus gemidos e lagrimas,não sei se é de prazer.
È algo que não sei dizer ao certo.
Não sei se é um sonho,um delirio,uma imaginação.
Mas meu corpo,fala,contrai e relaxa em um gozo imperfeito.
E de repente abro olhos,
Já ofegante,olho ao meu redor.
Não vejo nada além de um quarto comum,
Um cheiro,que não reconheço.
Algo que não sai de mim...

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